Israel e Jordânia assinam acordo de paz - História

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Israel e Jordânia assinam acordo de paz

Em 26 de outubro de 1994, Israel e Jordânia assinaram um acordo de paz encerrando o estado de guerra entre os dois. O acordo resolveu pequenos desacordos de fronteira entre os dois lados e estabeleceu relações diplomáticas plenas.



Israel e Jordânia estavam oficialmente em guerra desde 1948, quando a Transjordânia invadiu Israel, quando Israel declarou sua independência. Em 1988, a Jordânia desistiu oficialmente de qualquer reivindicação à Cisjordânia. Depois que Israel assinou os Acordos de Oslo com a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), o caminho estava livre para a Jordânia e Israel entrarem em um acordo de paz. O presidente Bill Clinton pressionou os jordanianos a firmarem um acordo com Israel e, em julho de 1994, Israel e Jordânia firmaram um acordo de não beligerância, como primeira etapa. Nos três meses seguintes, os dois países negociaram um acordo final de paz. Esse acordo delineou as fronteiras e também estabeleceu relações diplomáticas plenas entre Israel e a Jordânia. Duas das disposições específicas do acordo foram o reconhecimento do papel histórico da Jordânia nos locais sagrados muçulmanos em Jerusalém e o acordo de Israel para fornecer 50 milhões de metros cúbicos de água à Jordânia. Os dois lados também concordaram em trabalhar juntos em busca de soluções para os refugiados palestinos


Negociações de paz Israel-Jordânia: Tratado de Paz Israel-Jordânia

O Governo do Estado de Israel e o Governo do Reino Hachemita da Jordânia:

Consequência em mente a Declaração de Washington, assinada por eles em 25 de julho de 1994, e que ambos se comprometeram a honrar

Visando na conquista de uma paz justa, duradoura e abrangente no Oriente Médio, com base nas resoluções 242 e 338 do Conselho de Segurança em todos os seus aspectos

Consequência tendo em mente a importância de manter e fortalecer a paz baseada na liberdade, igualdade, justiça e respeito pelos direitos humanos fundamentais, superando barreiras psicológicas e promovendo a dignidade humana

Reafirmante sua fé nos propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas e reconhecendo seu direito e obrigação de viver em paz uns com os outros, bem como com todos os Estados, dentro de limites seguros e reconhecidos

Desejando desenvolver relações de amizade e cooperação entre eles de acordo com os princípios do direito internacional que regem as relações internacionais em tempos de paz

Desejando bem como para garantir segurança duradoura para ambos os seus Estados e, em particular, para evitar ameaças e o uso da força entre eles

Consequência tendo em mente que em sua Declaração de Washington de 25 de julho de 1994, eles declararam o fim do estado de beligerância entre eles

Decidindo para estabelecer a paz entre eles de acordo com este Tratado de Paz

Concordaram com o seguinte:

ARTIGO 1

ESTABELECIMENTO DE PAZ

A paz é por este meio estabelecida entre o Estado de Israel e o Reino Hachemita da Jordânia (as & quotPartes & quot) a partir da troca dos instrumentos de ratificação deste Tratado.

ARTIGO 2

    Eles reconhecem e respeitarão a soberania, integridade territorial e independência política um do outro

ARTIGO 3

    A fronteira internacional entre Israel e a Jordânia é delimitada com referência à definição de fronteira nos termos do Mandato, conforme mostrado no Anexo I (a), nos materiais de mapeamento anexos e nas coordenadas especificadas.

ARTIGO 4

      1. Ambas as Partes, reconhecendo que o entendimento mútuo e a cooperação em questões relacionadas à segurança constituirão uma parte significativa de suas relações e aumentarão ainda mais a segurança da região, assumem a responsabilidade de basear suas relações de segurança na confiança mútua e no avanço de interesses comuns e cooperação, e visar um quadro regional de parceria na paz.

        abster-se de ameaças ou uso de força ou armas, convencionais, não convencionais ou de qualquer outro tipo, umas contra as outras, ou de outras ações ou atividades que afetem adversamente a segurança da outra Parte

        aderir ou de qualquer forma ajudar, promover ou cooperar com qualquer coalizão, organização ou aliança de caráter militar ou de segurança com um terceiro, cujos objetivos ou atividades incluem o lançamento de agressão ou outros atos de hostilidade militar contra a outra Parte, em violação das disposições do presente Tratado.

        adotar as medidas necessárias e eficazes para evitar que atos de terrorismo, subversão ou violência sejam cometidos a partir de seu território ou por meio dele e adotar as medidas necessárias e eficazes para combater essas atividades e todos os seus autores.

        a criação no Oriente Médio de uma região livre de alianças e coalizões hostis

      ARTIGO 5

        As Partes concordam em estabelecer relações diplomáticas e consulares plenas e em trocar embaixadores residentes no prazo de um mês após a troca dos instrumentos de ratificação deste Tratado.

      ARTIGO 6

        As Partes concordam mutuamente em reconhecer as alocações legítimas de ambas nas águas do rio Jordão e do rio Yarmouk e águas subterrâneas de Araba / Arava de acordo com os princípios, quantidades e qualidade aceitáveis ​​acordados, conforme estabelecido no anexo II, que devem ser plenamente respeitados e cumprido.

        desenvolvimento de recursos hídricos existentes e novos, aumentando a disponibilidade de água, incluindo cooperação em uma base regional conforme apropriado, e minimizando o desperdício de recursos hídricos através da cadeia de seus usos

      ARTIGO 7

        Vendo o desenvolvimento econômico e a prosperidade como pilares da paz, segurança e relações harmoniosas entre Estados, povos e seres humanos individuais, as Partes, tomando nota dos entendimentos alcançados entre si, afirmam seu desejo mútuo de promover a cooperação econômica entre eles, bem como no âmbito de uma cooperação económica regional mais ampla.

        remover todas as barreiras discriminatórias às relações econômicas normais, encerrar boicotes econômicos dirigidos uns aos outros e cooperar para encerrar boicotes contra qualquer uma das Partes por terceiros

      ARTIGO 8

        Reconhecendo os enormes problemas humanos causados ​​a ambas as Partes pelo conflito no Oriente Médio, bem como a contribuição feita por elas para o alívio do sofrimento humano, as Partes buscarão aliviar ainda mais os problemas que surgem em nível bilateral.

        no caso de pessoas deslocadas, em um comitê quadripartite juntamente com o Egito e os palestinos:

        no âmbito do Grupo de Trabalho Multilateral sobre Refugiados

      ARTIGO 9

        Cada parte proporcionará liberdade de acesso a locais de importância religiosa e histórica.

      ARTIGO 10

      TROCAS CULTURAIS E CIENTÍFICAS

      As Partes, desejando eliminar os preconceitos desenvolvidos durante os períodos de conflito, reconhecem a conveniência de intercâmbios culturais e científicos em todos os campos e concordam em estabelecer relações culturais normais entre eles. Assim, deverão, o mais rapidamente possível e o mais tardar nove meses após a troca dos instrumentos de ratificação do presente Tratado, concluir as negociações sobre acordos culturais e científicos.

      ARTIGO 11

        As Partes buscarão promover o entendimento mútuo e a tolerância com base em valores históricos compartilhados e, consequentemente, se comprometerão a:

        abster-se de propaganda hostil ou discriminatória entre si e tomar todas as medidas legais e administrativas possíveis para impedir a divulgação de tal propaganda por qualquer organização ou indivíduo presente no território de qualquer das Partes

      ARTIGO 12

      COMBATE AO CRIME E DROGAS

      As Partes cooperarão no combate ao crime, com ênfase no contrabando, e tomarão todas as medidas necessárias para combater e prevenir atividades como a produção, bem como o tráfico de drogas ilícitas, e levarão a julgamento os autores de tais atos. A esse respeito, tomam nota dos entendimentos alcançados entre si nas esferas acima, de acordo com o Anexo III, e se comprometem a concluir todos os acordos pertinentes o mais tardar 9 meses a partir da data da troca dos instrumentos de ratificação deste Tratado.

      ARTIGO 13

        Cada parte permitirá a livre circulação de nacionais e veículos da outra dentro e dentro de seu território de acordo com as regras gerais aplicáveis ​​a nacionais e veículos de outros estados. Nenhuma das partes imporá taxas discriminatórias ou restrições à livre circulação de pessoas e veículos de seu território para o território da outra parte.

      ARTIGO 14

        Sem prejuízo do disposto no n.º 3, cada Parte reconhece aos navios da outra Parte o direito de passagem inocente nas suas águas territoriais, de acordo com as regras do direito internacional.

      ARTIGO 15

        As Partes reconhecem como aplicáveis ​​uma à outra os direitos, privilégios e obrigações previstos nos acordos multilaterais de aviação dos quais ambas são partes, particularmente pela Convenção de 1944 sobre Aviação Civil Internacional (Convenção de Chicago) e o Acordo Internacional de Trânsito de Serviços Aéreos de 1944 .

      ARTIGO 16

      POSTOS E TELECOMUNICAÇÕES

      As Partes tomam nota da abertura entre elas, de acordo com a Declaração de Washington, de linhas telefônicas diretas e fac-símile. As ligações postais, cujas negociações tenham sido concluídas, serão activadas com a assinatura do presente Tratado. As Partes acordam ainda que as comunicações normais sem fios e por cabo e os serviços de retransmissão de televisão por cabo, rádio e satélite serão estabelecidos entre elas, em conformidade com todas as convenções e regulamentos internacionais relevantes. As negociações sobre estes assuntos serão concluídas o mais tardar 9 meses após a troca dos instrumentos de ratificação deste Tratado.

      ARTIGO 17

      TURISMO

      As Partes afirmam o desejo mútuo de promover a cooperação entre si no domínio do turismo. Para cumprir este objetivo, as Partes - tomando nota dos entendimentos alcançados entre si a respeito do turismo - concordam em negociar, o mais breve possível, e concluir no mais tardar três meses a partir da troca dos instrumentos de ratificação deste Tratado, um acordo para facilitar e encorajar o turismo mútuo e o turismo de países terceiros.

      ARTIGO 18

      AMBIENTE

      As Partes cooperarão nas questões relativas ao meio ambiente, esfera à qual atribuem grande importância, incluindo a conservação da natureza e a prevenção da poluição, conforme estabelecido no Anexo IV. Eles negociarão um acordo sobre o acima exposto, a ser concluído no prazo máximo de 6 meses a partir da troca dos instrumentos de ratificação deste Tratado.

      ARTIGO 19

        As Partes cooperarão no desenvolvimento de recursos energéticos, incluindo o desenvolvimento de projetos relacionados com a energia, como a utilização de energia solar.

      ARTIGO 20

      DESENVOLVIMENTO DE RIFT VALLEY

      As Partes atribuem grande importância ao desenvolvimento integrado da região do Vale do Rift do Jordão, incluindo projetos conjuntos nas áreas econômica, ambiental, energética e de turismo. Tomando nota dos Termos de Referência desenvolvidos no âmbito do Comitê Econômico Trilateral Israel-Jordânia-EUA em relação ao Plano Diretor de Desenvolvimento do Vale do Rift da Jordânia, eles continuarão vigorosamente seus esforços para a conclusão do planejamento e para a implementação.

      ARTIGO 21

      SAÚDE

      As Partes cooperarão na área da saúde e negociarão com vistas à conclusão de um acordo no prazo de 9 meses a partir da troca dos instrumentos de ratificação deste Tratado.

      ARTIGO 22

      AGRICULTURA

      As Partes cooperarão nas áreas de agricultura, incluindo serviços veterinários, proteção vegetal, biotecnologia e comercialização, e deverão negociar com vistas à conclusão de um acordo no prazo de 6 meses a partir da data da troca dos instrumentos de ratificação deste Tratado.

      ARTIGO 23

      AQABA E EILAT

      As Partes concordam em entrar em negociações, o mais rápido possível, e o mais tardar um mês a partir da troca dos instrumentos de ratificação deste Tratado, sobre arranjos que permitam o desenvolvimento conjunto das cidades de Aqaba e Eilat no que diz respeito a tais assuntos, inter alia, como o desenvolvimento do turismo conjunto, alfândega conjunta, zona de comércio livre, cooperação na aviação, prevenção da poluição, questões marítimas, polícia, alfândega e cooperação sanitária. As Partes concluirão todos os acordos relevantes dentro de 9 meses a partir da troca dos instrumentos de ratificação do Tratado.

      ARTIGO 24

      REIVINDICAÇÕES

      As Partes concordam em estabelecer uma comissão de reclamações para a liquidação mútua de todas as reclamações financeiras.

      ARTIGO 25

        Este Tratado não afeta e não deve ser interpretado como afetando, de forma alguma, os direitos e obrigações das Partes de acordo com a Carta das Nações Unidas.

      ARTIGO 26

      LEGISLAÇÃO

      No prazo de 3 meses após a troca das ratificações deste Tratado, as Partes comprometem-se a promulgar qualquer legislação necessária para implementar o Tratado e a rescindir quaisquer compromissos internacionais e a revogar qualquer legislação que seja inconsistente com o Tratado.

      ARTIGO 27

        Este Tratado será ratificado por ambas as Partes em conformidade com seus respectivos procedimentos nacionais. Entrará em vigor com a troca dos instrumentos de ratificação.

      ARTIGO 28

      MEDIDAS INTERINAS

      As Partes aplicarão, em certas esferas, a serem acordadas, medidas provisórias enquanto se aguarda a conclusão dos acordos relevantes em conformidade com o presente Tratado, conforme estipulado no Anexo V.

      ARTIGO 29

        As controvérsias decorrentes da aplicação ou interpretação deste Tratado serão resolvidas por meio de negociações.

      ARTIGO 30

      CADASTRO

      O presente Tratado será transmitido ao Secretário-Geral das Nações Unidas para registro, de acordo com as disposições do artigo 102 da Carta das Nações Unidas.

      Feito no Ponto de Cruzamento Arava / Araba neste dia 21 de Heshvan, 5775, Jumada Al-Ula 21 de 1415, que corresponde a 26 de outubro de 1994 nas línguas hebraica, inglesa e árabe, todos os textos sendo igualmente autênticos. Em caso de divergência de interpretação, o texto em inglês prevalecerá.


      ISRAEL E JORDÂNIA ASSINAM PROJETO DE TRATADO DE PAZ DE AMPLO

      Israel e Jordânia rubricaram um projeto de tratado de paz hoje abrindo caminho para relações diplomáticas regulares, comércio aprimorado e viagens mais fáceis após 46 anos de oscilação entre a guerra e a coexistência incômoda.

      O acordo, alcançado após negociações torturantes durante a noite, foi a primeira grande adição à colcha de retalhos da paz no Oriente Médio desde o acordo entre Israel e a Organização para a Libertação da Palestina no ano passado. Foi também o primeiro acordo de paz entre Israel e uma nação árabe desde o tratado com o Egito em 1979.

      Embora por mais de 20 anos Jordânia e Israel não tenham lutado abertamente e às vezes parecessem vizinhos que cooperavam secretamente, o acordo hoje manteve o ímpeto dos esforços de paz e mudou o foco diplomático para a Síria como o próximo país vizinho que poderia encerrar seu estado de guerra com Israel.

      A Casa Branca anunciou esta noite que o presidente Clinton aceitou o convite para comparecer à cerimônia formal de assinatura do tratado, marcada para 26 de outubro na área de fronteira entre Eilat e Aqaba. O rei Hussein da Jordânia e o primeiro-ministro Yitzhak Rabin de Israel encerraram formalmente o estado de guerra entre a Jordânia e Israel em uma cerimônia na Casa Branca em julho, e Clinton elogiou o tratado hoje como uma "conquista extraordinária".

      Nem Israel nem a Jordânia divulgaram detalhes do tratado, e as autoridades disseram que os anexos a um acordo final ainda precisam ser elaborados.

      Mas a rádio israelense informou que o negócio envolveu um acordo de Israel para desviar cerca de 50 milhões de metros cúbicos de água, ou 13,2 bilhões de galões, por ano para a região árida da Jordânia, onde, como em outras partes da região, a água é uma mercadoria quase tão valiosa quanto petróleo na manutenção da viabilidade econômica. Além disso, os dois lados concordaram em construir represas nos rios Yarmuk e Jordânia posteriormente para aumentar o abastecimento de água a ambos os países.

      A rádio israelense disse que os dois lados também chegaram a um acordo complexo que permitiria à Jordânia reafirmar sua soberania em um pedaço do território ocupado por Israel de 135 milhas quadradas ao longo de sua fronteira sul, mas alugar cerca de 11 milhas quadradas para Israel .

      O arranjo incomum pode se tornar um precedente para as negociações de Israel com a Síria sobre a questão muito mais extensa e explosiva do controle das Colinas de Golã ocupadas por Israel, o ponto central de contenção entre Israel e o presidente Hafez el-Assad da Síria.

      Em Amã hoje, no entanto, os líderes israelenses e jordanianos - sorrindo um para o outro de pódios adjacentes - pareciam ter a intenção de enfatizar as virtudes de seu acordo e o calor de uma relação que é amplamente considerada como tendo crescido em sigilo quando os dois lados não estavam falando oficialmente.

      "Ninguém perdeu, ninguém ganhou, todos nós ganhamos", disse Rabin.

      O rei Hussein disse: "Entre nós, esperançosamente, é um novo começo, um novo começo." Os dois líderes falaram na cerimônia no Royal Guest Palace, onde o tratado foi rubricado pelo Sr. Rabin e seu homólogo jordaniano, Abdul- Salam al-Majali, com muitos elogios mútuos do Rei e do Sr. Rabin.

      O ministro das Relações Exteriores de Israel, Shimon Peres, mais tarde surpreendeu muitos jordanianos ao abraçar o rei e beijá-lo nas duas faces, uma forma tradicional de saudação árabe.

      Os esforços negociados para assinar um tratado de paz têm sido realizados continuamente desde que a Jordânia assinou seu acordo com Israel em julho para encerrar um estado formal de guerra que durou 46 anos.

      Até domingo, entretanto, havia poucos indícios de que as negociações, iniciadas com a conferência de paz de Madri em 1991 após o fim da guerra do Golfo Pérsico, estivessem perto de superar divergências não resolvidas sobre questões de água, território e segurança.

      Então, na noite de domingo, os israelenses souberam que Rabin e Peres haviam voado para Amã, a capital da Jordânia, após uma semana dominada em Israel pelo sequestro e morte de um soldado israelense por militantes islâmicos.

      O episódio pareceu destacar as pressões sobre o acordo de Israel com o P.L.O. de militantes palestinos. A urgência da visita a Amã deixou a impressão de que o Sr. Rabin estava desesperado para manter o ímpeto de suas aberturas para a Jordânia como seu acordo com o P.L.O. parecia estar enfrentando desafios.

      A rubrica, porém, não representou o fim das negociações.

      Na terça-feira, autoridades dos dois lados devem iniciar negociações detalhadas sobre os anexos do tratado no porto de Aqaba, no Mar Vermelho, na Jordânia. Depois disso, o acordo precisa da aprovação de ambos os Parlamentos, o que é considerado uma formalidade.

      Das questões pendentes, a água foi a de maior alcance.

      De acordo com as contas jordanianas, tanto Israel quanto a Síria restringiram progressivamente o acesso da Jordânia à água dos rios Jordão e Yarmuk, de modo que de uma distribuição anual de 477 milhões de metros cúbicos por ano prevista em propostas patrocinadas pelos Estados Unidos em 1953, a Jordânia é agora não recebendo nada do rio Jordão e apenas cerca de 100 milhões de Yarmuk.

      Israel relatou que um acordo para desviar 50 milhões de metros cúbicos por ano para a Jordânia, presumivelmente da área do Mar da Galiléia, é, portanto, um grande impulso econômico para um país cujos suprimentos de água subterrânea estão rapidamente se esgotando. Jordan já raciona água.

      Para Israel, o acordo envolveu uma concessão porque há muito argumenta que há muito pouca água na região para ser compartilhada e que a única maneira de superar a escassez a longo prazo é obter novas fontes de água.

      O acordo territorial foi menos dramático, embora parecesse uma nova abordagem para o que há muito é o problema central do Oriente Médio.

      "Israel devolverá todos os territórios ocupados da Jordânia com pequenas ratificações de fronteira realizadas em uma base recíproca", disse o primeiro-ministro Majali. O arranjo territorial não afeta a Cisjordânia ocupada por Israel, antes governada pela Jordânia, porque o rei Hussein renunciou aos vínculos legislativos e administrativos com o território em favor do P.L.O. em 1988.

      Jordânia e Israel disseram ter concordado que a fronteira internacional entre seus países deveria seguir, com pequenas modificações, uma linha de demarcação britânica entre a Jordânia e a Palestina sob mandato britânico, traçada em 1922.

      A rádio israelense disse que a Jordânia havia recuperado todo o território que exigia, mas que parte seria "alugada para Israel devido à sua importância" para os agricultores. Autoridades israelenses disseram que a quantia não ultrapassava 11,5 milhas quadradas.

      O acordo, entretanto, não agradou a todos.

      Os fundamentalistas islâmicos da Jordânia, seguindo o exemplo daqueles em Gaza e na Cisjordânia ocupada, prometeram se opor ao acordo, dizendo que era contra "tudo o que muçulmanos e árabes defendem e acreditam". A oposição islâmica controla 16 das 80 cadeiras em a câmara baixa do Parlamento jordaniano e não pode, por si só, bloquear a sua ratificação.

      Em Israel, funcionários da oposição do Likud questionaram a pressa com que o acordo foi alcançado. “Sempre há preocupações, especialmente quando vejo a pressa”, disse o ex-primeiro-ministro Yitzhak Shamir.

      Outra fonte de oposição poderia ser o P.L.O., que historicamente rivalizou com o rei Hussein para representar os palestinos e, nos últimos anos, competiu com a Jordânia para garantir vantagem dos esforços de paz com Israel. Clinton saúda o acordo de paz

      WASHINGTON, 17 de outubro (Especial para o New York Times) - O presidente Clinton saudou o acordo de paz entre Israel e a Jordânia hoje, e a Casa Branca disse que Clinton voaria para o Oriente Médio na próxima semana para testemunhar uma cerimônia de assinatura no dois países e fronteira # x27.

      A viagem exigirá que Clinton cancele ou reprograme várias aparições com o objetivo de fortalecer as perspectivas de seu partido para as eleições de meio de mandato. Mas assessores do presidente disseram que ele concluiu que sua presença enviaria uma mensagem forte sobre a importância do esforço de paz para os Estados Unidos, e alguns deles também sugeriram que chamaria a atenção dos americanos para o sucesso da política externa.

      Antes de voar de Washington ao Novo México para uma viagem de um dia inteiro, Clinton elogiou efusivamente o primeiro-ministro Rabin e o rei Hussein. "Os Estados Unidos os apoiaram e trabalharam com eles, e nós os apoiaremos em cada etapa do caminho", disse o presidente.

      A bordo do Força Aérea Um, Clinton então recebeu um telefonema de longa distância dos dois líderes, que o convidaram para assistir à assinatura do acordo. Um alto funcionário do governo disse que o presidente decidiu aceitar quando voltou a bordo de seu avião para a viagem de volta a Washington esta noite.

      A decisão, que autoridades disseram após um acirrado debate entre seus assessores, significa que Clinton interromperá uma pesada agenda de campanha para que os candidatos democratas voem para Israel, Jordânia e talvez também para o Kuwait, onde visitaria soldados americanos.


      Parceiros de confiança

      A relação Rabin-Hussein foi crucial para o sucesso das negociações. Ambos confiavam no outro. Hussein via Rabin como um militar que tinha os problemas de segurança sob seu comando. Ele estava convencido de que tinha uma oportunidade única de conseguir um tratado de paz e Rabin foi fundamental para a abertura.

      O rei Hussein da Jordânia e o primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin conversam na costa do Mar da Galiléia em Tzemach em 10 de novembro, após trocar cópias ratificadas do Tratado de Paz Israel-Jordânia. Crédito da foto: Reuters.

      O rei também viu o processo de negociação como quase mais uma experiência religiosa do que uma solução diplomática para as paixões do conflito árabe-israelense.

      O rei também viu o processo de negociação como quase mais uma experiência religiosa do que uma solução diplomática para as paixões do conflito árabe-israelense. Ele falou comovente sobre restaurar a paz entre os filhos de Abraão. Ele queria uma paz calorosa, não a paz fria entre o Egito e Israel.

      Jerusalém também foi uma questão central para a família Hachemita. Apesar de perder o controle físico de Jerusalém Oriental em 1967, o rei manteve a influência nas instituições muçulmanas que administravam os locais sagrados da cidade. A preservação do papel da Jordânia na administração da terceira cidade mais sagrada do Islã era uma prioridade muito alta de Hussein na época, e ainda é para seu filho, o rei Abdullah hoje. Em outra reunião secreta em maio de 1994, na casa do rei em Londres, Rabin garantiu ao rei que Israel respeitaria o vínculo Hachemita com a cidade. Isso seria explicitamente mencionado no artigo 9 do tratado. Foi o avanço crucial.


      O presidente Trump declarou que haveria & # 8220paz no Oriente Médio & # 8221 depois que ele facilitou a assinatura oficial de dois acordos de paz históricos entre Israel e duas outras nações na terça-feira. A assinatura dos Acordos de Abraão, que ocorreu no gramado sul da Casa Branca, deu início aos acordos formais entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, e Israel e Bahrein para estabelecer relações diplomáticas.

      & # 8220E & # 8217 estamos aqui para mudar o curso da história & # 8221 Trump disse. “Após décadas de divisão e conflito, marcamos o amanhecer de um novo Oriente Médio.”

      “Estamos aqui para mudar o curso da história”, declarou Pres Trump, falando da varanda do primeiro andar do WH com vista para a cerimônia de assinatura do gramado sul. Disse que esses são os dois primeiros acordos de paz em um quarto de século e que haverá mais por vir. pic.twitter.com/Ug7XLqhTZR

      & mdash Mark Knoller (@markknoller) 15 de setembro de 2020

      Após décadas de divisão e conflito, marcamos o início de um novo Oriente Médio. Parabéns ao povo de Israel, ao povo dos Emirados Árabes Unidos e ao povo do Reino do Bahrein. Deus abençoe todos vocês! pic.twitter.com/gpeqFDtr0S

      & mdash Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 15 de setembro de 2020

      O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e os ministros das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos e do Reino do Bahrein assinaram os documentos oficiais que decretam a normalização das relações entre as nações.

      Pres Trump, PM de Israel, e os Ministros das Relações Exteriores do Bahrein e dos Emirados Árabes Unidos, assinam documentos para a normalização das relações, o primeiro entre Israel e dois estados árabes em um quarto de século. pic.twitter.com/ZpQKzQygna

      & mdash Mark Knoller (@markknoller) 15 de setembro de 2020

      Os líderes encerram a cerimônia de assinatura acenando para os convidados no gramado sul da varanda do WH. pic.twitter.com/gdeZGKfdHS

      & mdash Mark Knoller (@markknoller) 15 de setembro de 2020

      De acordo com o presidente, as nações vão & # 8220estabelecer embaixadas, trocar embaixadores e começar a trabalhar juntas como parceiras. & # 8221

      & # 8220Eles & # 8217 trabalharão juntos. Eles são amigos, & # 8221 Trump disse. & # 8220 Haverá outros países muito, muito em breve, que seguirão esses grandes líderes. & # 8221

      Israel, Emirados Árabes Unidos e Bahrein vão estabelecer embaixadas, trocar embaixadores e começar a trabalhar juntos como parceiros.

      & quotEles são amigos. & quot pic.twitter.com/abXBd9tGl6

      & mdash The White House (@WhiteHouse) 15 de setembro de 2020

      Sob os acordos de paz, as nações estabelecerão relações diplomáticas e políticas diferentes para garantir viagens e religião mais livres nas regiões.

      “Graças à grande coragem dos líderes desses três países, damos um grande passo em direção a um futuro no qual pessoas de todas as religiões e origens vivam juntas em paz e prosperidade”, disse Trump.

      Antes da cerimônia, Netanyahu se juntou a Trump no Salão Oval, onde foi premiado com & # 8220 um símbolo especial de afeto & # 8221 uma chave para a Casa Branca. Netanyahu agradeceu a Trump dizendo que ele & # 8220 tem a chave para o coração do povo de Israel. Ele também elogiou Trump por ajudar a dar paz ao Oriente Médio.

      “Isso é inimaginável alguns anos atrás. Mas com determinação, determinação [e] um novo olhar sobre a forma como a paz é feita, isso está sendo alcançado ”, disse Netanyahu, elogiando o governo Trump por sua assistência na mediação dos negócios.

      O PM Netanyahu recebe uma “Chave da Casa Branca” de Pres Trump. Ele chama isso de "um sinal especial de afeto" por Netanyahu, que respondeu dizendo a Trump que ele tinha "uma chave para o coração do povo de Israel", por tudo o que ele fez. pic.twitter.com/W20rxxaBOw

      & mdash Mark Knoller (@markknoller) 15 de setembro de 2020

      Trump também sinalizou que intermediar mais acordos de paz no Oriente Médio é uma prioridade para ele, alegando que a Arábia Saudita pode ser a próxima.

      Agora Pres Trump diz que espera que 7, 8 ou 9 países adicionais concordem com a normalização das relações com Israel. Apenas algumas horas antes, ele colocou o número em 5, 6 ou 7. Antes de deixar a WH e ir para uma prefeitura na Filadélfia, ele disse que acha que a Arábia Saudita será um deles.

      & mdash Mark Knoller (@markknoller) 15 de setembro de 2020

      O conselheiro da Casa Branca e genro de Trump & # 8217, Jared Kushner, elogiou a decisão que ajudou a orquestrar na CNN na noite de terça-feira, dizendo que nada disso seria possível se Trump tivesse aderido à narrativa de DC.

      & # 8220A diplomacia que eu & # 8217 fiz nos últimos anos, obviamente não tem sido tradicional. Recebemos algumas críticas por fazer isso dessa maneira, mas mantivemos nossos cartões bem próximos do nosso colete e eles produziram resultados, & # 8221, disse ele.

      & # 8220Muitas pessoas que criticam a abordagem que adotamos neste acordo são as mesmas que disseram que se Trump fosse eleito, estaríamos no Mundo III e, francamente, isso não funcionou & # 8217 8221 Kushner continuou.

      O Conselheiro Sênior @JaredKushner destaca a eficácia da diplomacia não convencional do Presidente @ realDonaldTrump & # 39, que levou aos Negócios de Paz no Oriente Médio pic.twitter.com/u9LtRUCM1F

      & mdash Team Trump (Envie uma mensagem de texto para 88022) (@TeamTrump) 15 de setembro de 2020

      Outros apontaram que essa estratégia, embora rebuscada para alguns na Colina, provou ser bem-sucedida.

      Há uma lição simples de política externa aqui: recompense seus amigos e puna seus inimigos, porque assim você terá mais amigos e menos inimigos. Trump entendeu isso intuitivamente e teve a coragem de ignorar basicamente todo o establishment da política externa de DC para persegui-lo. 9 /

      & mdash Noah Pollak (@NoahPollak) 15 de setembro de 2020

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      3 de abril de 1949: Israel e Jordânia assinam um armistício Concordement

      Após a Declaração de Independência de Israel em 14 de maio de 1948, os combates em curso se transformaram em uma guerra total quando os exércitos dos estados árabes vizinhos lançaram um ataque ao incipiente Estado de Israel.

      Embora a Jordânia tenha concordado anteriormente em não atacar, ela invadiu Israel junto com o Egito, a Síria e o Iraque.

      No final da Guerra da Independência de Israel, que durou 10 meses, Israel assinou acordos de armistício com Egito, Síria e Jordânia. O acordo com a Jordânia estabeleceu linhas de demarcação entre as forças israelenses e jordanianas em Jerusalém e na Judéia e Samaria. Essa linha de demarcação, que nunca teve a intenção de ser uma fronteira, ficou conhecida como & # 8220Green Line. & # 8221


      Israel War of Independence: Israel-Jordan Armistice Agreement

      Responding to the Security Council resolution of 16 November 1948, calling upon them, as a further provisional measure under Article 40 of the Charter of the United Nations and in order to facilitate the transition from the present truce to permanent peace in Palestine, to negotiate an armistice

      Having decided to enter into negotiations under United Nations chairmanship concerning the implementation of the Security Council resolution of 16 November 1948 and having appointed representatives empowered to negotiate and conclude an Armistice Agreement

      The undersigned representatives of their respective Governments, having exchanged their full powers found to be in good and proper form, have agreed upon the following provisions:

      With a view to promoting the return of permanent peace in Palestine and in recognition of the importance in this regard of mutual assurances concerning the future military operations of the Parties, the following principles, which shall be fully observed by both Parties during the armistice, are hereby affirmed:

      1. The injunction of the Security Council against resort to military force in the settlement of the Palestine question shall henceforth be scrupulously respected by both Parties

      2. No aggressive action by the armed forces - land, sea, or air - of either Party shall be undertaken, planned, or threatened against the people or the armed forces of the other it being understood that the use of the term planned in this context has no bearing on normal staff planning as generally practised in military organisations

      3. The right of each Party to its security and freedom from fear of attack by the armed forces of the other shall be fully respected

      4. The establishment of an armistice between the armed forces of the two Parties is accepted as an indispensable step toward the liquidation of armed conflict and the restoration of peace in Palestine.

      With a specific view to the implementation of the resolution of the Security Council of 16 November 1948, the following principles and purposes are affirmed:

      1. The principle that no military or political advantage should be gained under the truce ordered by the Security Council is recognised

      2. It is also recognised that no provision of this Agreement shall in any way prejudice the rights, claims and positions of either Party hereto in the ultimate peaceful settlement of the Palestine question, the provisions of this Agreement being dictated exclusively by military considerations.

      1. In pursuance of the foregoing principles and of the resolution of the Security Council of 16 November 1948, a general armistice between the armed forces of the two Parties - land, sea and air - is hereby established.

      2. No element of the land, sea or air military or para-military forces of either Party, including non-regular forces, shall commit any warlike or hostile act against the military or para-military forces of the other Party, or against civilians in territory under the control of that Party or shall advance beyond or pass over for any purpose whatsoever the Armistice Demarcation Lines set forth in articles V and VI of this Agreement or enter into or pass through the air space of the other Party.

      3. No warlike act or act of hostility shall be conducted from territory controlled by one of the Parties to this Agreement against the other Party.

      1. The lines described in articles V and VI of this Agreement shall be designated as the Armistice Demarcation Lines and are delineated in pursuance of the purpose and intent of the resolution of the Security Council of 16 November 1948.

      2. The basic purpose of the Armistice Demarcation Lines is to delineate the lines beyond which the armed forces of the respective Parties shall not move.

      3. Rules and regulations of the armed forces of the Parties, which prohibit civilians from crossing the fighting lines or entering the area between the lines, shall remain in effect after the signing of this Agreement with application to the Armistice Demarcation Lines defined in articles V and VI.

      1. The Armistice Demarcation Lines for all sectors other than the sector now held by Iraqi forces shall be as delineated on the maps in annex I to this Agreement, and shall be defined as follows:

      (a) In the sector Kh Deir Arab (MR 1510-1574) to the northern terminus of the lines defined in the 30 November 1948 Cease-Fire Agreement for the Jerusalem area, the Armistice Demarcation Lines shall follow the truce lines as certified by the United Nations Truce Supervision Organisation

      (b) In the Jerusalem sector, the Armistice Demarcation Lines shall correspond to the lines defined in the 30 November 1948 Cease-Fire Agreement for the Jerusalem area

      (c) In the Hebron-Dead Sea sector, the Armistice Demarcation Line shall be as delineated on map 1 and marked B in annex I to this Agreement

      (d) In the sector from a point on the Dead Sea (MR 1925-0958) to the southernmost tip of Palestine, the Armistice Demarcation Line shall be determined by existing military positions as surveyed in March 1949 by United Nations observers, and shall run from north to south as delineated on map 1 in annex I to this Agreement.

      1. It is agreed that the forces of the Hashemite Jordan Kingdom shall replace the forces of Iraq in the sector now held by the latter forces, the intention of the Government of Iraq in this regard having been communicated to the Acting Mediator in the message of 20 March from the Foreign Minister of Iraq authorising the delegation of the Hashemite Jordan Kingdom to negotiate for the Iraqi forces and stating that those forces would be withdrawn.

      2. The Armistice Demarcation Line for the sector now held by Iraqi forces shall be as delineated on map 1 in annex I to this Agreement and marked A.

      3. The Armistice Demarcation Line provided for in paragraph 2 of this article shall be established in stages as follows, pending which the existing military lines may be maintained:

      (a) In the area west of the road from Baqa to Jaljulia, and thence to the east of Kafr Qasim: within five weeks of the date on which this Armistice Agreement is signed

      (b) In the area of Wadi Ara north of the line from Baqa to Zubeiba: within seven weeks of the date on which this Armistice Agreement is signed

      (c) In all other areas of the Iraqi sector: within fifteen weeks of the date on which this Armistice Agreement is signed.

      4. The Armistice Demarcation Line in the Hebron-Dead Sea sector, referred to in paragraph (c) of article V of this Agreement and marked B on map 1 in annex I, which involves substantial deviation from the existing military lines in favour of the forces of the Hashemite Jordan Kingdom, is designated to offset the modifications of the existing military lilies in the Iraqi sector set forth in paragraph 3 of this article.

      5. In compensation for the road acquired between Tulkarem and Qalqiliya, the Government of Israel agrees to pay to the Government of the Hashemite Jordan Kingdom the cost of constructing twenty kilometres of first-class new road.

      6. Wherever villages may be affected by the establishment of the Armistice Demarcation Line provided for in paragraph 2 of this article, the inhabitants of such villages shall be entitled to maintain, and shall be protected in, their full rights -of residence, property and freedom. In the event any of the inhabitants should decide to leave their villages, they shall be entitled to take with them their livestock and other movable property, and to receive without delay full compensation for the land which they have left. It shall be prohibited for Israeli forces to enter or to be stationed in such villages, in which locally recruited Arab police shall be organised and stationed for internal security purposes.

      7. The Hashemite Jordan Kingdom accepts responsibility for all Iraqi forces in Palestine.

      8. The provisions of this article shall not be interpreted as prejudicing, in any sense, an ultimate political settlement between the Parties to this Agreement.

      9. The Armistice Demarcation Lines defined in articles V and VI of this Agreement are agreed upon by the Parties without prejudice to future territorial settlements or boundary lines or to claims of either Party relating thereto.

      10. Except where otherwise provided, the Armistice Demarcation Lines shall be established, including such withdrawal of forces as may be necessary for this purpose, within ten days from the date on which this Agreement is signed.

      11. The Armistice Demarcation Lines defined in this article and in article V shall be subject to such rectification as may be agreed upon by the Parties to this Agreement, and all such rectifications shall have the same force and effect as if they had been incorporated in full in this General Armistice Agreement.

      1. The military forces of the Parties to this Agreement shall be limited to defensive forces only in the areas extending ten kilometres from each side of the Armistice Demarcation Lines, except where geographical considerations make this impractical, as at the southernmost tip of Palestine and the coastal strip. Defensive forces permissible in each sector shall be as defined in annex II to this Agreement. In the sector now held by Iraqi forces, calculations oil the reduction of forces shall include the number of Iraqi forces in this sector.

      2. Reduction of forces to defensive strength in accordance with the preceding paragraph shall be completed within ten days of the establishment of the Armistice Demarcation Lines defined in this Agreement. In the same way the removal of mines from mined roads and areas evacuated by either Party, and the transmission of plans showing the location of such minefields to the other Party, shall be completed within the same period.

      3. The strength of the forces which may be maintained by the Parties on each side of the Armistice Demarcation Lines shall be subject to periodical review with a view toward further reduction of such forces by mutual agreement of the Parties.

      1. A Special Committee, composed of two representatives of each Party designated by the respective Governments, shall be established for the purpose of formulating agreed plans and arrangements designed to enlarge the scope of this Agreement and to effect improvements in its application.

      2. The Special Committee shall be organised immediately following the coming into effect of this Agreement and shall direct its attention to the formulation of agreed plans and arrangements for such matters as either Party may submit to it, which, in any case, shall include the following, on which agreement in principle already exists: free movement of traffic on vital roads, including the Bethlehem and Latrun-Jerusalem roads resumption of the normal functioning of the cultural and humanitarian institutions on Mount Scopus and free access thereto free access to the Holy Places and cultural institutions and use of the cemetery on The Mount of Olives resumption of operation of the Latrun pumping station provision of electricity for the Old City and resumption of operation of the railroad to Jerusalem.

      3. The Special Committee shall have exclusive competence over such matters as may be referred to it. Agreed plans and arrangements formulated by it may provide for the exercise of supervisory functions by the Mixed Armistice Commission established in article XI.

      Agreements reached between the Parties subsequent to the signing of this Armistice Agreement relating to such matters as further reduction of forces as contemplated in paragraph 3 of article VII, future adjustments of the Armistice Demarcation Lines, and plans and arrangements formulated by the Special Committee established in article VIII, shall have the same force and effect as the provisions of this Agreement and shall be equally binding upon the Parties.

      An exchange of prisoners of war having been effected by special arrangement between the Parties prior to the signing of this Agreement, no further arrangements on this matter are required except that the Mixed Armistice Commission shall undertake to re-examine whether there may be any prisoners of war belonging to either Party which were not included in the previous exchange. In the event that prisoners of war shall be found to exist, the Mixed Armistice Commission shall arrange for all early exchange of such prisoners. The Parties to this Agreement undertake to afford full co-operation to the Mixed Armistice Commission in its discharge of this responsibility.

      1. The execution of the provisions of this Agreement, with the exception of such matters as fall within the exclusive competence of the Special Committee established in article VIII, shall be supervised by a Mixed Armistice Commission composed of five members, of whom each Party to this Agreement shall designate two, and whose Chairman shall be the United Nations Chief of Staff of the Truce Supervision Organisation or a senior officer from the observer personnel of that organisation designated by him following consultation with both Parties to this Agreement.

      2. The Mixed Armistice Commission shall maintain its headquarters at Jerusalem and shall hold its meetings at such places and at such times as it may deem necessary for the effective conduct of its work.

      3. The Mixed Armistice Commission shall be convened in its first meeting by the United Nations Chief of Staff of the Truce Supervision Organisation not later than one week following the signing of this Agreement.

      4. Decisions of the Mixed Armistice Commission, to the extent possible, shall be based on the principle of unanimity. In the absence of unanimity, decisions shall be taken by a majority vote of the members of the Commission present and voting.

      5. The Mixed Armistice Commission shall formulate its own rules of procedure. Meetings shall be held only after due notice to the members by the Chairman. The quorum for its meetings shall be a majority of its members.

      6. The Commission shall be empowered to employ observers, who may be from among the military organisations of the Parties or from the military personnel of the United Nations Truce Supervision Organisation, or from both, in such numbers as may be considered essential to the performance of its functions. In the event United Nations observers should be so employed, they shall remain under the command of the United Nations Chief of Staff of the Truce Supervision Organisation. Assignments of a general or special nature given to United Nations observers attached to the Mixed Armistice Commission shall be subject to approval by the United Nations Chief of Staff or his designated representative on the Commission, whichever is serving as Chairman.

      7. Claims or complaints presented by either Party relating to the application of this Agreement shall be referred immediately to the Mixed Armistice Commission through its Chairman. The Commission shall take such action on all such claims or complaints by means of its observation and investigation machinery as it may deem appropriate, with a view to equitable and mutually satisfactory settlement.

      8. Where interpretation of the meaning of a particular provision of this Agreement, other than the preamble and articles I and II, is at issue, the Commission's interpretation shall prevail. The Commission, in its discretion and as the need arises, may from time to time recommend to the Parties modifications in the provisions of this Agreement.

      9. The Mixed Armistice Commission shall submit to both Parties reports on its activities as frequently as it may consider necessary. A copy of each such report shall be presented to the Secretary-General of the United Nations for transmission to the appropriate organ or agency of the United Nations.

      10. Members of the Commission and its observers shall be accorded such freedom of movement and access in the area covered by this Agreement as the Commission may determine to be necessary, provided that when such decisions of the Commission are reached by a majority vote United Nations observers only shall be employed.

      11. The expenses of the Commission, other than those relating to United Nations observers, shall be apportioned in equal shares between the two Parties to this Agreement.

      1. The present Agreement is not subject to ratification and shall come into force immediately upon being signed.

      2. This Agreement, having been negotiated and concluded in pursuance of the resolution of the Security Council of 16 November 1948 calling for the establishment of an armistice in order to eliminate the threat to the peace in Palestine and to facilitate the transition from the present truce to permanent peace in Palestine, shall remain in force until a peaceful settlement between the Parties is achieved, except as provided in paragraph 3 of this article.

      3. The Parties to this Agreement may, by mutual consent, revise this Agreement or any of its provisions, or may suspend its application, other than articles I and III, at any time. In the absence of mutual agreement and after this Agreement has been in effect for one year from the date of its signing, either of the Parties may call upon the Secretary-General of the United Nations to convoke a conference of representatives of the two Parties for the purpose of reviewing, revising, or suspending any of the provisions of this Agreement other than articles I and III. Participation in such conference shall be obligatory upon the Parties.

      4. If the conference provided for in paragraph 3 of this article does not result in an agreed solution of a point in dispute, either Party may bring the matter before the Security Council of the United Nations for the relief sought on the grounds that this Agreement has been concluded in pursuance of Security Council action toward the end of achieving peace in Palestine.

      5. This Agreement is signed in quintuplicate, of which one copy shall be retained by each Party, two copies communicated to the Secretary-General of the United Nations for transmission to the Security Council and to the United Nations Conciliation Commission on Palestine, and one copy to the United Nations Acting Mediator on Palestine.

      Done at Rhodes, Island of Rhodes, Greece, on the third of April one thousand nine hundred and forty-nine in the presence of the United Nations Acting Mediator on Palestine and the United Nations Chief of Staff of the Truce Supervision Organisation.

      For and on behalf of the Government of the Hashemite Jordan Kingdom

      Colonel Ahmed Sudki El-Jundi

      Lieutenant-Colonel Mohamed Maayte

      For and on behalf of the Government of Israel

      Lieutenant-Colonel Moshe Dayan

      Maps Delineating Armistice Demarcation Lines

      [These maps follow annex II, and are explained in the note by the Secretariat to article V of the Agreement]

      Definition of Defensive Forces

      1. For the purposes of this Agreement defensive forces shall be defined as follows:

      (a) A standard battalion to consist of not more than 800 officers and other ranks, and to be composed of not more than:

      (i) Four rifle companies with ordinary infantry equipment rifles, LMG's, SMG's, light mortars, anti-tank rifles and PIAT.

      The light mortars shall not be heavier than 2 inch.

      The following number of weapons per battalion shall not be exceeded: 48 LMG's, 16 mortars 2 inch, 8 PIAT's

      (ii) One support company with not more than six MMG's, six mortars not heavier than 3 inch, four anti-tank guns not heavier than six-pounders

      (iii) One headquarters company

      The artillery and anti-aircraft artillery to be allotted to the defensive forces shall consist of the following type of weapons: field guns not heavier than twenty-five pounders, the anti-aircraft guns not heavier than forty millimetres.

      2. The following are excluded from the term "defensive forces":

      Armour, such as tanks of all types, armoured cars, Bren gun carriers, halftracks, armoured vehicles or load carriers, or any other armoured vehicles

      All support arms and units other than those specified in paragraphs I (a) i and ii, and I (b) above

      Service units to be agreed upon.

      In the areas where defensive forces only are permitted airfields, airstrips, landing fields and other installations, and military aircraft shall be employed for defensive and normal supply purposes only.

      11. The defensive forces which may be maintained by each Party in the areas extending ten kilometres from each side of the Armistice Demarcation Lines, as provided in paragraph I of article VI, shall be as follows for the sectors described in article V, paragraph 1:

      1. Sector Kh Deir Arab (MR 1510-1574) to the northern terminus of the lines defined in the 30 November 1948 Cease-Fire Agreement for the Jerusalem area: one battalion each.

      2. Jerusalem sector: two battalions each.

      3. Hebron-Dead Sea sector: one battalion each.

      4. Sector Engeddi to Eylat: three battalions each. In addition, each side will be allowed one squadron of light armoured cars consisting of not more than 13 light armoured cars or half tracks. The weapons permissible on these vehicles will be determined by the Mixed Armistice Commission.

      5. Sector now held by Iraqi forces: five battalions each, and one squadron of armoured cars each.

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      Agreements signed to normalize relations between Israel, UAE and Bahrain

      In a historic signing ceremony hosted by President Donald Trump at the White House, the United Arab Emirates and Bahrain on Tuesday became the third and fourth Arab nations to move toward establishing full diplomatic relations with Israel.

      "We're here this afternoon to change the course of history," Trump said, speaking from the South Lawn of the White House ahead of the signing, presenting himself as a diplomat and dealmaker weeks ahead of the election. "After decades of division and conflict we mark the dawn of a new Middle East."

      Representatives for Israel, the United Arab Emirates and Bahrain similarly heralded the historic nature of the agreements between their countries, making slight nods to the absent Palestinians and using soaring rhetoric to portray the dawn of a new era in the Middle East.

      Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu presented himself as a peacemaker while speaking about strength, declaring "this day is a pivot of history. It heralds a new dawn of peace.”

      "This peace will eventually expand to include other Arab states and, ultimately, it can end the Arab-Israeli conflict once and for all," Netanyahu said.

      Emirati Foreign Minister Sheikh Abdullah bin Zayed Al Nahyan, the crown prince of Abu Dhabi's brother, spoke next -- addressing Netanyahu.

      "Thank you for choosing peace and for halting the annexation of Palestinian territories, a position that reinforces our shared will to achieve better future for generations to come," he said. Israel, though, has only agreed to the suspension of its plans to annex land.

      Bahrain's foreign minister, Sheikh Khalid bin Ahmed Al Khalifa, said "today's agreement is an important first step and it is now incumbent on us to work urgently and actively to bring about the lasting peace and security our people deserve."

      The four men then signed copies of several documents: one between Israel and the UAE described by an announcer as "a treaty of peace, diplomatic relations, and full normalization,” another between Israel and Bahrain described as a "declaration of peace," and a third that all four signed described as the "Abraham Accords," a name used by the White House in reference to the patriarch of Judaism, Islam and Christianity.

      Trump's signatures on the bilateral agreements amounted to a "witness or observer" signature, a senior administration official said Thursday. The White House has not released the texts of any of the documents or described what exactly was in the one called the "Abraham Accords."

      For all the significance of Tuesday’s signings, former Middle East peace negotiator Dennis Ross said they are more "symbolic" than substantive, noting that the parties did not sign "full-fledged peace treat[ies]” and that many of the substantive details of the agreements still have to be negotiated.

      Ross further cautioned against an "apples-to-oranges” comparison in equating Tuesday’s deals with Israel's two prior historic agreements normalizing relations with Jordan and Egypt, which he said were much more difficult to achieve.

      "Those were countries that fought wars with Israel. These are not countries that have fought wars with Israel, these are countries that don't have a common border with Israel and have never taken part in past conflicts," Ross, who served as a senior adviser to former President Barack Obama said.

      Speaking from the Oval Office ahead of the signing ceremony, Trump claimed that the US is "very far down the road” in closing similar deals with an additional five or six other countries.

      "Many of them and they’re going to be coming along,” Trump said. He said some will come along "before the election perhaps, but a lot of them after.”

      Tuesday’s signing comes just a little over a month since the president announced that the U.S. had helped to strike a deal between Israel and UAE last month, and Bahrain followed suit last week.

      Coming fewer than two months before Election Day, the timing of the agreements was politically opportune for Trump as he looks to showcase a foreign policy achievement as he seeks a second term in the White House.

      Jon Alterman, the director of the Middle East Program at the Center for Strategic and International Studies, said that the agreements are the culmination of years of patient diplomacy that date back to the Obama administration but that the Emirates have been in the "driver’s seat” in closing a deal at a moment when both the US and Israel wanted a political victory.

      "The administration really wants the deal, because they're concerned about politics. The Israelis really want the deal. So give them what they really want to get what you want and then continue to negotiate to get more," Alterman said.

      While the deals represent a win for the parties involved, it comes as a loss to the Palestinians, who view the deal by Arab nations to engage with Israel as a betrayal to the cause of Palestinian statehood.

      "It sends a message to the Palestinians that other countries in the region, they're going to put their own national interests first, not that they don't care about Palestinians, but they're gonna put their national interests first," Ross said.

      While Trump hopes of achieving what he has coined the "ultimate deal" in the form of an Israeli-Palestinian peace agreement remains a distant prospect, Kushner went so far as to contend that the new agreement "signals the end, we believe, of the Arab-Israeli conflict" in an interview on ABC's "Good Morning America" on Tuesday.

      "There's still a lot more work to do but for 70 years in the region you've had the Arab countries not wanting to interact with Israel in a substantive way," Kushner said, making the case that the engagement represents a new chance for peace in the region.

      "It is not the end of the conflict between the Israeli and the Palestinians. The Palestinians are calling this a betrayal. Are their hopes for a state now dead?" ABC News' Chief anchor George Stephanopoulos followed up.

      "No, look, I think there is a lot of posture. In deals, everyone is at no until there's a yes. I think what you're seeing is tremendous movement. They were caught by surprise by this. The Arab countries want to focus on their citizens and want them to have better lives and are tired of waiting for the Palestinians to not be practical and make a deal. President Trump is a dealmaker," Kushner responded. "At some point when they decide they want to live better lives I believe they'll engage."

      This report was featured in the Wednesday, Sept. 16, 2020, episode of “Start Here,” ABC News’ daily news podcast.

      "Start Here" offers a straightforward look at the day's top stories in 20 minutes. Listen for free every weekday on Apple Podcasts, Google Podcasts, Spotify, the ABC News app or wherever you get your podcasts.


      Oslo Accords

      In 1993, with U.S. President Bill Clinton looking on, Rabin and Arafat shook hands on the White House lawn after reaching a deal, known as the Oslo Accords.

      The Oslo Accords did not include a peace deal between the Israelis and Palestinians but did provide a road map for objectives between the two peoples. In the &ldquoDeclaration of Principles,&rdquo Israel agreed to a gradual withdrawal from Palestinian territories, with the PLO gaining control, as well as recognition of the PLO as the &ldquoPalestinian Authority.&rdquo Issues like Jerusalem were to be discussed at a later point.

      Even without concrete solutions, the Oslo agreements seemed promising. Things were looking up and in 1994, Israel reached its second peace deal with an Arab neighbor when Rabin signed an accord with Jordanian King Hussein.


      Annexation Won’t “Kill” Jordan’s Peace Agreement with Israel

      Will Israeli annexation of the Jordan Valley come at the expense of peace with Jordan? A number of defense and security officials, diplomats, foreign policy wonks, and analysts have fretted that a surge of anger over the move among Jordan’s “majority Palestinian population” might force King Abdullah II’s hand. Relations between the two states have been in a free-fall over the last few years, rocked by repeated confrontations over access to Jerusalem’s Islamic shrines, and two separate incidents in which Israeli security guards shot dead Jordanian citizens. On May 15, 2020, remarks by King Abdullah II lent credence to these concerns when he warned that annexation could provoke a “massive confrontation with Jordan.”

      But how serious are such threats? When protests erupt in Jordan, and the parliament passes motions demanding the treaty be severed, will King Abdullah II bow to their will?

      Underneath the ominous headlines, a well-practiced dance is taking place. Well-publicized snubs and fiery rhetoric signal official outrage, while the parties simultaneously seek denouement. When Israel moves ahead with annexation—whether in its fuller form or the more probable scaled-down version, Jordan will immediately recall its ambassador from Tel Aviv, consider expulsion or closure of the Israeli mission, and maybe, just maybe, give in to popular demands to scuttle the 2016 agreement to import natural gas from Israel.

      But terminate the 1994 Wadi Araba treaty all together? Let me repeat: Not. A. Chance.

      In the abstract, the probable outcome should be self-evident. Unilateral abrogation of a signed peace agreement would be a provocative and costly act. Absent a fundamental change in circumstance mitigating those risks, such as an improvement in the imbalance of power between the former belligerents or alternative alliance options to deter adversaries, states are more likely to maintain the agreement. This is particularly true if a big portion of the document is a text-book non-aggression pact and the last potential border incident was barely a month ago.

      Even before considering the repercussions of abrogating the treaty on foreign assistance to Jordan—not only from the United States, but Saudi Arabia and the Emirates, it should be readily apparent that Jordan’s “limited options” include the few diplomatic and rhetorical tools they can deploy to signal discontent and diffuse public anger whilst maintaining the status quo. This is, after all, how the regime has managed each of the earlier outrage-provoking crises that have erupted over the last 25 years. Nothing in the conditions within the Kingdom or around it have changed sufficiently to warrant such a risk.

      So why do we keep talking about it? Why are premature obituaries to the 1994 Wadi Araba treaty one of the most predictable side-effects to crises in the Israeli-Palestinian peace process?

      There are two reasons. First, the majority of research and commentary on Jordanian-Israeli relations post the culmination of the treaty focus on its failure to “good neighborly relations.” These studies rightly conclude that enduring antipathy to normalization with Israel has prompted the regime to all but abandon clauses in the agreement calling for cross-border cooperation in the economic, environmental, and scientific fields, as well as cultural exchange. However, inaccurately recounting how and why such a frosty peace developed between Israel and Jordan, these studies overestimate the importance of these clauses to the genesis of the treaty and its durability.

      Certainly, there was hope in 1994 that the Wadi Araba Treaty would lead to a more positive peace than its Egyptian-Israeli counterpart. But that was never the primary or even principal objective in seeking its culmination. The main goal of a peace agreement was to put an end to 40 years of belligerency in which Jordan was almost always on the losing end. Ask any Jordanian official who took part in the negotiations at any level. They will give you the same answer every single time—the late King Hussein pursued peace with Israel because he did not want to fight another war (full stop).

      The second reason is more discursive. Fragility, it would seem, is what states make of it. And in the case of the putative fragility of the Jordanian-Israeli peace agreement, they make a whole lot. Evidence of durability notwithstanding, reinforcing the perception of the 1994 Wadi Araba treaty as one protest away from evaporation is an effective means of leverage both Jordanians and Israelis routinely employ to their advantage.

      It’s not by accident that King Abdullah II publicly warned of massive confrontations and the danger of chaos just weeks before a series of teleconferences with key congressional leaders in the United States. The specter of instability along its western border is a standard line in the Jordanian playbook when making the rounds on Capitol Hill. They know it works. Conversely, Israeli officials similarly invoke the fragility of the treaty when arguing against territorial compromise. It even comes up in the annexation debate. If both the treaty and the entire Hashemite monarchy can be wiped away by an angry mob, how can Israel risk ceding control of the Jordan Valley?

      Ironically, the tea leaves suggest that Jordan is winning—or at least losing less precipitously, on this rhetorical round. After weeks of running full bore towards annexation of up to 30 percent of the West Bank, including the Jordan Valley, all signs point to a deferred decision and the extension of Israeli sovereignty to a few more settlements around Jerusalem. While these expected adjustments will do little to resuscitate the prospect of a viable Palestinian State, they should serve to make the status quo just a little more tenable for Jordan.


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